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Teste de Sindical 2
Antes de mais nada indispensável colocar as coisas em seus devidos lugares e convidar os atores do Fórum Nacional do Trabalho e a imprensa para que, quando tratarem da Reforma Sindical, informem corretamente o povo ansioso por conhecê-la. O que se tem ouvido das lideranças sindicais dos dois lados. trabalhadores e empregadores, do Ministro do Trabalho e do coordenador do Fórum e lido nos jornais nos leva a crer que unidos e consensuados, capital, trabalho e governo, redigiram um Projeto de Lei Sindical já encaminhado ao Congresso Nacional, para, rompendo com a Era Vargas, como prometera o ex presidente Fernando Henrique Cardoso, avançarmos na modernização das relações coletivas de trabalho, anacrônicas, segundo consenso de maior tamanho, obtido no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, acabando com a unicidade sindical, com a contribuição compulsória e com o poder normativo da Justiça do Trabalho.

Preciso dizer, no entanto, que por ora, o que o governo mandou para o Congresso foi apenas mais uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) destinada a alterar os artigos 8°, 11, 37 e 114 da Constituição antes Cidadã, já emendada quarenta e cinco vezes. O Projeto, naturalmente, só será apresentado após sua aprovação. Na Exposição de Motivos que o acompanha, adverte o Ministro do Trabalho: “A reforma da legislação sindical dependerá, ainda, de mudanças na Carta de 1988. Com a revogação e alteração de alguns dispositivos constitucionais, conforme a Proposta de Emenda Constitucional, também sugerida por este Ministério à Vossa Excelência, estará aberto o caminho para que o Poder Legislativo dê prosseguimento ao debate e à avaliação das proposições aqui detalhadas”.
Antes de mais nada indispensável colocar as coisas em seus devidos lugares e convidar os atores do Fórum Nacional do Trabalho e a imprensa para que, quando tratarem da Reforma Sindical, informem corretamente o povo ansioso por conhecê-la. O que se tem ouvido das lideranças sindicais dos dois lados. trabalhadores e empregadores, do Ministro do Trabalho e do coordenador do Fórum e lido nos jornais nos leva a crer que unidos e consensuados, capital, trabalho e governo, redigiram um Projeto de Lei Sindical já encaminhado ao Congresso Nacional, para, rompendo com a Era Vargas, como prometera o ex presidente Fernando Henrique Cardoso, avançarmos na modernização das relações coletivas de trabalho, anacrônicas, segundo consenso de maior tamanho, obtido no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, acabando com a unicidade sindical, com a contribuição compulsória e com o poder normativo da Justiça do Trabalho.

Preciso dizer, no entanto, que por ora, o que o governo mandou para o Congresso foi apenas mais uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) destinada a alterar os artigos 8°, 11, 37 e 114 da Constituição antes Cidadã, já emendada quarenta e cinco vezes. O Projeto, naturalmente, só será apresentado após sua aprovação. Na Exposição de Motivos que o acompanha, adverte o Ministro do Trabalho: “A reforma da legislação sindical dependerá, ainda, de mudanças na Carta de 1988. Com a revogação e alteração de alguns dispositivos constitucionais, conforme a Proposta de Emenda Constitucional, também sugerida por este Ministério à Vossa Excelência, estará aberto o caminho para que o Poder Legislativo dê prosseguimento ao debate e à avaliação das proposições aqui detalhadas”.
Antes de mais nada indispensável colocar as coisas em seus devidos lugares e convidar os atores do Fórum Nacional do Trabalho e a imprensa para que, quando tratarem da Reforma Sindical, informem corretamente o povo ansioso por conhecê-la. O que se tem ouvido das lideranças sindicais dos dois lados. trabalhadores e empregadores, do Ministro do Trabalho e do coordenador do Fórum e lido nos jornais nos leva a crer que unidos e consensuados, capital, trabalho e governo, redigiram um Projeto de Lei Sindical já encaminhado ao Congresso Nacional, para, rompendo com a Era Vargas, como prometera o ex presidente Fernando Henrique Cardoso, avançarmos na modernização das relações coletivas de trabalho, anacrônicas, segundo consenso de maior tamanho, obtido no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, acabando com a unicidade sindical, com a contribuição compulsória e com o poder normativo da Justiça do Trabalho.

Preciso dizer, no entanto, que por ora, o que o governo mandou para o Congresso foi apenas mais uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) destinada a alterar os artigos 8°, 11, 37 e 114 da Constituição antes Cidadã, já emendada quarenta e cinco vezes. O Projeto, naturalmente, só será apresentado após sua aprovação. Na Exposição de Motivos que o acompanha, adverte o Ministro do Trabalho: “A reforma da legislação sindical dependerá, ainda, de mudanças na Carta de 1988. Com a revogação e alteração de alguns dispositivos constitucionais, conforme a Proposta de Emenda Constitucional, também sugerida por este Ministério à Vossa Excelência, estará aberto o caminho para que o Poder Legislativo dê prosseguimento ao debate e à avaliação das proposições aqui detalhadas”.
 
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