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Chances de estágio se concentram no primeiro trimestre

Estudo mostra que as oportunidades aumentam neste período por conta das vagas chamadas sazonais

Quem busca o primeiro emprego ou oportunidades de estágio tem grandes chances de consegui-las neste período. Isso porque segundo levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) o número vagas de estágio ou aprendizagem crescem ao menos 31% durante o primeiro trimestre.

Este fato acontece pois nos três meses iniciais do ano é realizada a reposição de contratos que encerraram devido o tempo de vigência, ou pelo estudante terminar o curso de graduação, o que é chamado também de vagas sazonais. Um novo pico de contratação ocorre novamente nos meses de julho e agosto, motivado principalmente por alunos que iniciaram o curso no meio ano.

De acordo com o superintendente nacional de operações do Ciee, Marcelo Gallo esse é um movimento natural e esperado das empresas. “Os contratos de estágio duram cerca de dois anos ou até o estudante se formar, portanto, as companhias estão contratando estagiários de olho em futuros projetos e formar profissionais capacitados que ela possa absorver ao final do período”, afirma.

Para conhecer e se cadastrar no Ciee basta acessar o site www.ciee.org.br.

CRESCIMENTO – Pelo Brasil o número de estagiários aumentou 47,1% em sete anos conforme pesquisa divulgada em junho do ano passado pelo Ciee em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Foram registrados 339 mil estagiários em 2010 que passaram para 498 mil em 2017.

Em 2017, a maior parte dos estagiários cursava o ensino superior (76,6%), seguido pelo ensino médio (19,6%), técnico (3,4%) e demais níveis (0,3%). Os dados revelam que a bolsa-auxílio recebida apresentou queda entre 2010, quando era de R$ 883,00, para 2017, quando passou a ser de R$ 850,00. O nível mais elevado de valores foi registrado em 2013, com R$ 1.013,00.

Quanto ao perfil dos participantes a maior parte em 2007 era do sexo feminino (59,8%) em todos os níveis de estágio, no entanto os homens é que mais recebiam bolsa-auxílio (59,2%) enquanto os de sexo feminino eram 58,3%. Quando se trata do valor recebido pelos estagiários, as mulheres ganhavam menos em todos os anos e níveis educacionais. Para os estagiários do nível superior, a diferença média, em 2017, era de R$ 1.001,00, o que indica que os homens recebiam uma bolsa 8,9% maior do que as mulheres.

Foto: Divulgação

 

 
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